Home / Música / Entrevistas / Entrevista: Processo do Ódio

Entrevista: Processo do Ódio

No próximo domingo dia 30/04, vai acontecer outro evento organizado pelo Sótão Estúdio & Pub, no Monkeys Bar em Pirituba (SP) e resolvi montar essa seção de entrevistas para dar uma nova cara a parte de músicas do blog. Nesse primeiro bate-papo, conversei com o Douglas Dourado, baixista da banda Processo do Ódio, que vai tocar nesse evento junto com o Death Grunt, älä kumarra e Estado Alterado.

Primeiramente, mesmo conhecendo vocês, visto shows e até tocado juntos no mesmo evento, eu me vejo em dificuldades de achar informações sobre vocês na internet. Opção ou falta de tempo?

Opção… Estamos meio parados já tem um tempo por diversos motivos, mas mantemos atualizadas nossas páginas no Facebook e Instagram.

Pelo que pesquisei tudo começou lá por 2006/2007 como um projeto do Edu que começou fazendo tudo num home Studio, correto? Em que momento começaram a entrar os integrantes?

O Edu começou tudo em 2007 como um projeto solo, o BA já era amigo dele e ouviu o material, ele se interessou, aí transformaram o projeto em banda de verdade entrando o Marcelo no baixo. Em 2013 eu entrei pois conheci o Edu e ele viu uns vídeos da antiga banda que eu tocava (Defront) e se identificou com o meu jeito de tocar. Como o Marcelo tinha saido aí ele me convidou e estou aí até hoje.

Em 2011 saiu o álbum Perto do Fim, você já estava na banda? Como foi o período de divulgação desse disco?

Não… A divulgação não teve uma atenção devida da nossa parte, sendo que nunca foi lançado oficialmente. Eu ainda não estava na banda nesta época. Provavelmente esse material sairá como bônus no EP que pretendemos gravar.

Em termos de estética, como você vê o P.D.O ?

Grindcore, hardcore, death metal e umas pitadas de djent.

O que você tem ouvido ultimamente e pode passar como indicação?

Todas essas bandas estamos ouvindo bastante e segue também como indicacão: Meshuggah, Gadget, Neurosis, Suffocation, Skinless, Wormrot, Japanische Kampfhörspiele

E sobre o futuro, quando podemos esperar um novo material do PDO? Afinal já são pelo menos 6 anos desde o Perto do Fim e tenho sempre visto no Facebook posts sobre ensaios e novas músicas, que a propósito, terá alguma nova no set para o show de domingo no Monkeys?

Após esta data no Monkeys iremos nos reunir para conversar sobre como e quando gravar o material novo, material temos de sobra… Vamos tocar a música Perto do Fim, faixa titulo do album que passamos a tocar recentemente. As outras músicas ex.: Desastre Nuclear, Escravidão Corporativa são músicas desse material que temos bastante mas não gravamos ainda…

Mudando um pouco de assunto, em sua opinião, como está o cenário para o rock – lugares para tocar, eventos, bandas, interesse do público, etc?

Um fato curioso quanto a isso… Há uns 10/15 anos atrás os bares, botecos, e etc, estavam sempre cheios, sempre tinha público, mas quase sempre o lugar era meio precário pra tocar. Palco ruim com amplificadores podres, aí você tinha que se virar o levar o seu. Hoje temos lugares melhores, com boa organização e equipamento bom, mas o público encolheu muito, restando quase sempre uma banda assistindo a outra junto com alguns poucos amigos e namoradas. Em termos de interesse da galera, já foi melhor… Infelizmente.

Obrigado pela ajuda, por responder as perguntas e dar essa força pro blog. Abraços!

Nós que agradecemos o espaço cedido… Forte abraço.

In grind we trust!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Powered by themekiller.com