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Caronas Fantasmas

Em uma noite durante o inverno de 1965, Mae Doria, de Oklahoma, seguia pela estrada em direção a residência de sua irmã, em Pryor. Enquanto seguia pela rodovia 20, perto de Claremore, ela passou por uma escola e viu um garotinho pedindo carona no acostamento da estrada. Esse garoto parecia ter entre 11 e 12 anos.

Mae Doria ficou preocupada pois era um garoto pequeno e esta era uma noite fria, então ela parou no acostamento e ofereceu carona para o pequeno rapaz. Ele entrou no carro, sentou no banco do carona e então eles começaram a conversar sobre assuntos aleatórios, como quando duas pessoas que não se conhecem começam a falar. Ela lhe perguntou o que ele fazia ali naquela hora e ele disse que estava jogando basquete no colégio.

O garoto era pequeno, mas tinha o porte físico forte, parecia ser um garoto que praticava bastante esportes e se exercitava. Sem saber e sem perceber nada diferente, ela estava dando carona para um fantasma. Em um determinado momento, ele apontou para um aqueduto e avisou que iria descer ali. Mae Doria não estava vendo nem casas nem luzes ali próximo e perguntou aonde ele morava, ao que ele respondeu apenas: “Logo ali“. Assim que eles desceu do carro desapareceu como que por encanto. Ela ficou assustada e parou imediatamente o carro, saiu e passou a procurar o garoto em desespero, mas não conseguiu encontrá-lo. Ele simplesmente tinha evaporado. Algum tempo depois ela conseguiu se lembrar que ele não estava usando casaco, o que era estranho para uma noite fria como aquela.

Doria seguiu sua vida, e um certo dia em uma conversa com um colega funcionário público, ele contou a ela que alguém também tinha dado carona para um garoto que desapareceu, naquela mesma região, em 1936. No caso de 1936, infelizmente houve um acidente mortal, o caronista pode ter sido, em partes responsável pelo acontecido.


Em 1951, Charles Bordeaux, trabalhava no Serviço de Investigações Especiais da Força Aérea, na Inglaterra. Um aviador americano fora atingido e assassinado de maneira misteriosa, e Bordeaux recebeu a incumbência de investigar o caso. Durante sua investigação, ficou sabendo que o guarda que estava trabalhando de segurança naquela noite, avistou um homem correndo entre dois bombardeiros B-36. Ele gritou “Alto!” três vezes, e, como o homem não parou, ele acabou disparando sua arma. “Eu podia jurar que o tinha acertado, mas, quando cheguei naquela lugar do aeroporto, não havia ninguém. Ele simplesmente desaparecera“.

Na realidade, a bala perdida do guarda acabou atingindo e matando um outro piloto. Continuando suas investigações, Bordeaux falou com outro oficial que também estava no campo naquela noite e ele comentou que antes de ouvir o tiro, viu um homem com uniforme da Força Aérea pedindo carona. “Depois que o desconhecido entrou, me pediu um cigarro. Em seguida, pediu fogo“. O oficial viu o brilho da chama com o canto dos olhos, mas quando virou a cabeça, o passageiro havia desaparecido, deixando apenas o isqueiro sobre o banco vazio.

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