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“O Isolador” Um capacete projetado em 1925 para melhorar a produtividade no trabalho

Hugo Gernsback (16 de agosto de 1884 – 19 de agosto de 1967), foi um inventor, escritor, editor, engenheiro, designer, empresário e editor de revistas americano que publicou entre 1913 e 1929, uma revista chamada Science and Invention. A maior finalidade da revista era incentivar a curiosidade e experimentação de amadores da ciência. No começo, os principais artigos mostravam experimentos científicos e novas invenções/inventores. Em 1926, ele lançou a primeira revista com foco em ficção científica Amazing Stories. Ele imprimia essas revistas no papel mais barato que podia encontrar, e decidiu que nela, teriam apenas histórias que se passassem no futuro, ou que envolvessem elementos tecnológicos e científicos desconhecidos ou avançados.

Suas contribuições para a ficção científica foram tão significativas que ao lado dos escritores HG Wells e Julio Verne, ele é as vezes também é chamado de “O Pai da Ficção Científica”. Além disso, ele também é membro do Hall da Fama da Ficção Científica.

 

Hugo, talvez o pioneiro da ficção científica não criou apenas revistas, ele também foi um inventor. Seu nome sempre  aparecia destacado de alguma maneira na capa e nas áreas internas de todas as suas revistas, e, em todas as edições havia também um editorial dele próprio. Além de tudo, ele sabia muito bem como se autopromover.

Uma de suas criações foi o que é chamado de “O Isolador“. Essa invenção, embora se pareça muito, não era para exploração marítima, mas para o trabalho burocrático do dia a dia. O capacete foi mostrado na edição de julho de 1925 na Science and Invention, e tinha uma foto do próprio criador usando o apetrecho e o texto falava sobre o aumento de produtividade.

O principal objetivo do Isolador era a capacidade de eliminar todo o ruído do ambiente ao redor e estreitar o campo de visão do usuário, permitindo que fosse visto apenas aquilo que estava exatamente a sua frente. A ideia era que ele melhorasse a concentração através do isolamento sensorial. Uma vez que a pessoa usava este capacete, ela ficava isolada de sons externos, e que de acordo com o inventor seria capaz de aumentar a concentração. O capacete tinha até um tubo de oxigênio para que a pessoa pudesse respirar.

Sabemos que os inventores na verdade emplacam apenas algumas de suas ideias, boa parte do que é criado nem chega a ser produzido efetivamente. Muitas vezes as ideias são ineficientes, desnecessárias e sem sentido. Na época de sua morte, em 1967, Gernsback já era dono de 80 patentes, e embora muitas de suas ideias tenham sido atualizadas, suas previsões inspiraram muitos cientistas e escritores de ficção.

Fonte:
Vintage News

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