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O Verdadeiro Christine, o Carro Assassino

Wendy Christine Allen, uma norte americana, comprou em 1975 um Dodge 330 Coronet, pela incrível bagatela de US$ 5 dólares. Já é estranho achar um carro para comprar por um valor tão irrisório, mesmo assim a compra foi feita. Reza a lenda que o veículo era assombrado e foi ele que serviu de base para a criação de Christine, por Stephen King.

Ela contou que o carro foi comprado do departamento de polícia da cidade de Old Orchard Beach, EUA. Segundo a história, os policiais queriam se livrar do carro mas não conseguiam por que ele já tinha uma fama de assombrado e segundo contam, três policiais que haviam dirigido o carro morreram da mesma forma, em ocasiões diferentes.

Segundo a antiga proprietária, este é um exemplar raro do Dodge 330 Coronet. Nessa edição limitada, foram encomendadas a fábrica a produção de 5000 unidades, mas nem todas foram produzidas. Acredita-se que em 2010 existiam apenas 300 desses veículos ainda existindo. Um carro desse modelo e série em excelentes condições pode valer até US$ 2 milhões, enquanto um exemplar em estado razoável custa por volta de US$ 200 mil.

Wendy, que pagou apenas US$ 5 por ele, usou-o diariamente por anos antes de aposentá-lo contra sua vontade. Para ela o carro era extremamente confortável e mesmo a Dodge o vendendo como um oito-lugares, chegou a colocar tranquilamente 12 pessoas nele.

Dizem que 14 pessoas morreram diretamente por causa do carro, e dezenas de outras pessoas se feriram ou morreram por sua influência indireta.

Wendy diz que o livro “Christine, de Stephen King, foi inspirado em seu carro, só que em vez de um Dodge 330, o carro escolhido por King foi um “Plymouth Fury” 1958. Pode ser verdade, até porque o nome do meio de Wendy é Christine.

As mortes aconteceram antes e depois que Wendy comprou o carro.

Nos anos 60 uma criança foi atropelada enquanto andava de bicicleta e morreu antes do socorro chegar. Esse foi o primeiro caso de uma morte associada ao carro que já adquiriu fama de “mal-assombrado”.

Nos anos 1980, o incidente se repetiu exatamente da mesma maneira, e o carro estava na frente da casa de Wendy.

Nos anos 1980 e 1990, grupos de fanáticos religiosos protestaram e vandalizaram o carro, e nas duas vezes os líderes dos grupos morreram exatamente da mesma forma: seus carros bateram em caminhões e eles foram esmagados e decapitados. Os membros dos grupos também morreram depois sob circunstâncias bizarras: quatro deles foram atingidos por relâmpagos.

Os policiais que dirigiram o carro mataram suas famílias e em seguida cometeram suicídio, isso em incidentes separados por mais de 10 anos.

Em 2007 uma criança invadiu a casa de Wendy, tocou o carro e, semanas depois, matou toda a sua família (até o cachorro) a facadas e depois colocou fogo na casa.

Depois dessa última ocorrência, o carro foi desmontado e abandonado por pressão de outro grupo religioso que, em 2010, declarou que o carro estava “possuído por um demônio” e que eles deveriam “matá-lo”. Então eles roubaram o carro, o desmontaram e venderam as peças para vários ferros-velhos diferentes.

Wendy tem um site pessoal e nele ela conta toda sua história. Atualmente ela é escritora, tem autismo e é chamada pelos outros de “A Bruxa de Old Orchard Beach” e por isso, acredita que as pessoas associaram sua imagem à maldição do carro.

Ela afirma que todas as mortes envolvendo o carro aconteceram mesmo, mas não acredita que tenha sido por causa de um demônio possuindo seu carro, e até pediu ajuda na internet para recuperar as partes do carro e reconstruí-lo. Ela conseguiu, e hoje o carro está de volta a sua garagem.

Fonte: Alem da Imaginação

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