A Lenda do Conde de Saint-Germain

Ele era conselheiro dos reis, uma celebridade, um alquimista e um sábio com grande reputação. Porém, todos os relatos sobre o conde de Saint-Germain aparecem envoltos em mistério. Não se sabe por exemplo, onde ou quando ele nasceu, ou a data de sua morte. Existem alguns, na verdade que ainda acreditam que o conde esteja vivo.

Dono de conversa agradável, violinista talentoso, pintor habilidoso e incrivelmente versado em qualquer assunto, o conde tornou-se uma celebridade na metade do século 18, por sua associação íntima com o rei da França, Luís XV. Alguns o chamavam de gênio, outros achavam que não passava de um charlatão de proporções gigantescas. Era odiado especialmente por membros da corte, que invejavam a posição privilegiada do conde como confidente real. Chegou até a envolver-se em decisões de política internacional, para vergonha do resto do governo. Sob ameaça de prisão, o conde fugiu para a Inglaterra.

Acreditava-se que Saint-Germain era membro de alguma sociedade secreta, talvez Maçonaria ou Rosa-Cruz, e, portanto conhecia ritos antigos. Cerca de quinze anos antes da Revolução Francesa, ele alertou o rei sobre a carnificina que ocorreria. Além de predizer o futuro, o conde era também um historiador que relatava os eventos como se ele mesmo tivesse estado no local.

A morte de Saint-Germain foi tão misteriosa quanto sua vida. Segundo relatos, o conde morreu em 27 de fevereiro de 1784. Na ocasião estaria praticando alquimia com o príncipe Charles de Hesse-Kassel, que sempre mudava de assunto quando questionado sobre a morte do amigo, como se tentasse encobrir alguma coisa. Na verdade, Saint-Germain foi registrado numa convenção de Maçonaria em 1785, e foi citado por fontes fidedignas em Viena e no Oriente por volta de 1800.

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