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Teoria da Conspiração: Fluoretação da água

Como já sabemos, existem uma série de teorias da conspiração, e é na internet que elas são ainda mais divulgadas e ganham status ainda maior. A maior parte delas, é claro, não passam de paranoias de gente que precisa de algo para sustentar seus medos e divulgá-los na internet.

Uma das teorias da conspiração que ganhou e ainda vem ganhando muitos adeptos é a teoria da fluoretação da água.

Em resumo, essa teoria afirma que os governos mundiais colocam uma quantidade maior de flúor na água do que o necessário, com a intenção de afetar negativamente a população aumentando o ganho financeiro das enormes indústrias.

A teoria tem várias vertentes e é um pouco complexo entender bem como ela surgiu e qual a ideia principal, vou tentar mostrar um pouco do que consegui pesquisar pela internet a respeito.

Uma parte dessa teoria diz que a indústria do alumínio, mais especificamente uma empresa chamada ALCOA passou a descartar seus resíduos de flúor diretamente na água, para ter lucro gastando menos dinheiro na eliminação de resíduos.

Outra parte da teoria diz que a fluoretação começou logo após a Segunda Guerra Mundial, pois o uso de alumínio para a produção de aeronaves na época foi muito maior do que o normal. Curiosamente, os governos passaram a inserir o flúor na água exatamente após a Segunda Guerra. Coincidência?

Hoje em dia mais de 300 milhões de pessoas recebem água adicionada de flúor, em cerca de 24 países. Os primeiros teóricos da conspiração acreditavam que tudo isso era invenção comunista com a intenção de enfraquecer a saúde pública. O principal argumento era: “se o público não escolheu consumi-lo, é portanto contra a vontade individual“. Economicamente falando, o governo gasta dinheiro em algo que até hoje não se provou benéfico. Médicos e cientistas de renome mundial afirmam que a fluoretação da água não é o melhor método para redução das cáries.

Ian E Stephens, que escreve para a revista australiana “News Alternative“, disse em entrevista que o autor do livro “A verdade sobre a fluoretação da água” lhe contou que os nazistas tinham um plano de longo alcance que envolvia a inserção de um medicamento na água e que a longo prazo teria a capacidade de provocar a esterilidade em mulheres, e com isso provocar a redução da população mundial.

Aqueles que compartilham os pensamentos da nova era, acreditam que o flúor é fundamental para controlar a mente, uma vez que para eles, o flúor bloqueia o “terceiro olho“. Isso, apensar de parecer estranho, tem uma base científica. Na década de 1990, uma cientista britânica descobriu que a glândula pineal tem mais ou menos a mesma quantidade de flúor que os dentes. Esta glândula fica no cérebro e é responsável por manter o ciclo do sono, regula o início da puberdade nas mulheres e ajuda a proteger o corpo contra danos celulares. 

Um estudo publicado na National Research Council em 2006, mostrou vários efeitos colaterais negativos do fluoreto, como: “diminuição da produção de melatonina” e “outros efeitos na função pineal normal, que por sua vez poderiam contribuir para uma variedade de efeitos em humanos“.

No YouTube você pode encontrar muitos vídeos e documentários sobre o assunto, e muitas pessoas compartilhando conhecimento sobre os perigos do flúor e como reverter seus efeitos. Algumas dicas são: parar de beber água de torneira, trocar sua pasta de dentes por alguma sem flúor, instalar um filtro no chuveiro para eliminar o flúor, parar de consumir carne (pois com certeza os animais consumiram água com flúor), e até mesmo desintoxicação.

Estudos realizados por Harvard e também pela China Medical University, mostram que o flúor pode ser um fator responsável na redução de QI de crianças, sugerindo até que pode ser tóxico para um cérebro que ainda não está totalmente desenvolvido. O estudo prova também que em um nível muito elevado, o flúor acaba com o sistema reprodutor masculino de coelhos.

As atitudes em relação a fluoretação da água vem sofrendo mudanças de alguns anos para cá. A alguns anos, a Universidade de Nova York descobriu que a cárie infantil foi reduzida na Europa, independentemente de haver sido adicionado ou não flúor na água.

Em 2014, Bolton (Inglaterra) proibiu a adição de flúor no seu abastecimento de água e nesse mesmo ano, a Public Health England abandonou a ideia de fluoretar água em algumas cidades, por causa da forte oposição do Conselho Municipal.  

O que você pensa? Acha que é apenas uma teoria? A ciência está cada vez mais provando a ineficiência do flúor, mas lembre-se também que anos atrás os médicos e cientistas promoveram o uso de cigarros, por exemplo. Será esta a maior conspiração de saúde pública de todos os tempos?

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